Biografia de Bruce Willis: A Jornada de um Ícone Inesquecível

Biografia de Bruce Willis: A Jornada de um Ícone Inesquecível
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Quem nunca se pegou admirando a cabeça raspada e a pose durona de Bruce Willis? Milhões de fãs ao redor do mundo, jovens e adultos, assistiram e reassistiram aos seus filmes cult, como Duro de Matar e Pulp Fiction. Com quase 90 filmes e séries no currículo, ele não é apenas um megastar, mas um verdadeiro ícone que ditou tendências com seu visual marcante e se tornou um dos atores mais bem pagos de Hollywood.

Mas o que fez Bruce Willis se tornar esse personagem tão amado? Sua atitude cínica, carisma inegável, brutalidade controlada e um desejo eterno de salvar o universo conquistaram corações. Mas, para chegar lá, ele teve que ralar muito. Você já se perguntou como ele conseguiu seus primeiros papéis? Ou como ele lidava com cenas mais ousadas? E por que suas ex-esposas se davam tão bem? Além disso, o que levou um ator tão famoso a estrelar filmes de baixo orçamento? Prepare-se, porque hoje vamos desvendar todos esses mistérios e muito mais!

Então, acomode-se, porque a jornada de Bruce Willis está prestes a começar.

Infância: Superando a Gagueira e Encontrando o Palco

Walter Bruce Willis nasceu em 19 de março de 1955, em Idar-Oberstein, na Alemanha Ocidental. Sim, ele é meio alemão! Sua mãe, Marlene, era alemã pura, e seu pai, David, um americano que servia no exército na Alemanha. O amor aconteceu, e a família se mudou para a terra natal do pai, em Nova Jersey, quando Bruce tinha apenas dois anos.

Bruce era o mais velho de quatro irmãos: David, Florence e Robert, que infelizmente faleceu de câncer em 2001. A família Willis era de trabalhadores: o pai atuou como soldador, mecânico e operário de fábrica, enquanto a mãe fazia bicos em um banco.

A separação dos pais, quando Bruce era adolescente, o marcou profundamente. Ele ficou com o pai, e a mãe levou os outros três filhos. “Nossa família meio que explodiu e cada um seguiu seu caminho”, ele recordou. Apesar disso, Bruce se destacava nos estudos, especialmente nas matérias de humanas. “A melhor coisa que tirei da escola foi o prazer pela leitura”, disse ele. Mas a adolescência também teve seus percalços: “Fizemos tudo o que todo mundo fazia naquela época. Fumamos maconha, aprendemos a beber cedo, saímos por aí.”

O garoto cresceu inseguro e sofria de uma gagueira severa. Mas o destino tinha um plano inusitado: Bruce fez um teste para uma peça escolar, “Um Ianque na Corte do Rei Arthur”, e percebeu que, no palco, sua gagueira simplesmente desaparecia! Essa descoberta foi um divisor de águas. Ele começou a atuar regularmente, o que não só o ajudou a superar a dificuldade na fala, mas também o tornou bastante popular na escola. Cada apresentação era um impulso de autoconfiança.

“Quando eu atuava, eu era uma pessoa diferente. O gatilho emocional que me fazia gaguejar – não sei que diabos era – parava quando eu atuava”, explicou Bruce. “Finalmente, disse a mim mesmo que não seria afetado por isso, e superei.” Essa experiência moldou sua personalidade, transformando-o no cara irônico e sarcástico que não se importa com nada. Mais tarde, já como estrela mundial, ele aprimoraria meticulosamente suas falas e respostas, buscando manter a imagem de Bruce Willis e garantir que a gagueira não voltasse antes de cada entrevista ou apresentação. Paralelamente, sua paixão pela música também florescia: ele tentava cantar e tocava gaita. Os amigos da escola o apelidaram de “Buck Buck”.

Mesmo sem levar os estudos muito a sério, Bruce chegou a ser presidente do conselho estudantil. Um colega de classe relembrou: “Bruce era um dos mais inteligentes. Poderia facilmente ter sido um aluno nota 10, mas ele acreditava que o principal na escola era a diversão, e não os estudos.” As aventuras não pararam por aí: ele foi expulso da escola por participar de uma grande briga e, aos 19 anos, foi preso por posse de drogas – “dois baseados, um atrás de cada orelha”, como ele mesmo contou.

Após deixar a escola em 1973, Bruce buscou seu lugar no mundo. Trabalhou como segurança em uma usina nuclear, motorista de ônibus para uma empresa química e até estudou para ser detetive particular. Mas nada o satisfazia. Ele sabia que seu verdadeiro caminho era a atuação.

O Início da Carreira: De Barman a Pequenos Papéis

Apesar de sua paixão, Bruce não teve paciência para a academia. Estudou por um ano na Montclair State University, mas largou e só se formou anos depois, por correspondência. A sede por ação o levou a Nova York, onde bateu de porta em porta nos teatros. Ele faltava às aulas para fazer testes, já que a faculdade ficava a apenas 20 minutos da cidade. Por muito tempo, ninguém o queria.

Finalmente, em 1977, aos 22 anos, Bruce conseguiu um papel em uma peça Off-Broadway e, sem pensar duas vezes, abandonou a faculdade. Trabalhar no teatro não rendia muito, então ele precisava de bicos como barman ou garçom. Foi assim que ele arrumou emprego no famoso bar “Centrale”, em Nova York, ponto de encontro de atores. Sua carreira de garçom não durou muito por sua lentidão, mas como barman, ele era um sucesso! Bruce impressionava a todos com seu visual excêntrico: camiseta rasgada, calças largas que pareciam paraquedas, patins e uma bandana colorida. Ele cantarolava, tocava gaita e contava piadas, e seus colegas do bar o apelidaram de “Bruno”.

Naquela época, Bruce só conseguia papéis pequenos e comerciais. Sua primeira aparição na tela foi um fragmento de cena no filme “O Primeiro Pecado Mortal” (1980), onde foi notado por um diretor de elenco no bar. Você pode vê-lo rapidamente na cena em que Frank Sinatra sai do bar, seguido por um homem de boné – era Bruce! Dois anos depois, ele apareceu como observador em um tribunal no filme “O Veredito”. Em 1984, estrelou um comercial da Levi’s, que, apesar de poucos segundos, lhe rendeu um bom dinheiro. “…ganhei um bom dinheiro pela primeira vez, quando cem dólares pareciam um milhão”, recordou o ator. Além dos comerciais, Bruce fez uma participação na série “Miami Vice”, interpretando Tony Amato, um traficante de armas brutal.

A Virada: De “A Gata e o Rato” a John McClane

O grande salto na carreira de Bruce aconteceu em 1985, com a série de detetives “A Gata e o Rato” (Moonlighting). Curiosamente, quase o recusaram para o papel: o representante da TV achava que um cara com brinco, cabelo punk e uniforme militar não combinava com um detetive particular. Mas o diretor Glenn Gordon Caron viu nele a ousadia e o carisma, dando-lhe a chance de fazer um teste com Cybill Shepherd, que já estava escalada para o papel principal feminino. Assim, Bruce superou quase três mil concorrentes!

Ele se lembrava com carinho da série: “Era como um grupo de teatro experimental. Estávamos fazendo algo que estava no limite. Quase não havia regras. Cybill era fabulosa. Principalmente nos primeiros anos, nós dois estávamos realmente arrasando.” Havia rumores de que a paixão e as brigas entre Cybill e Willis não eram apenas na tela, mas também nos bastidores. O ator, porém, negava: “Discordávamos sobre como as cenas deveriam ser interpretadas, mas isso faz parte do processo. Houve dias quentes, dias em que as coisas poderiam ter pegado fogo ou algo assim. Mas não havia nada a relatar.”

Bruce se tornou muito popular após poucos episódios. A série foi indicada a 16 prêmios Emmy, incluindo Melhor Ator, e venceu em 1987. Bruce admitiu que a fama foi inesperada: “Definitivamente, foi maior do que eu imaginava, mas eu sabia que era bom quando vi as primeiras cenas. Acho que John McTiernan [o diretor] brilhou. Ele fazia coisas com a câmera que eu nem sempre entendia. Ele tornou tudo muito emocionante – ininterrupto, claustrofóbico.”

No final da terceira temporada, a audiência começou a cair, em parte pelo desenvolvimento do romance entre os personagens e pela gravidez de Cybill. O desinteresse de Bruce pela série semanal também contribuiu, já que a popularidade o atraía para o cinema. Willis chegou a dizer que nunca mais faria uma série de TV, mas quebrou a promessa com uma participação especial em Friends, por um motivo especial que veremos mais adiante.

Seu primeiro grande papel no cinema veio em 1987, na comédia romântica Encontro às Cegas, de Blake Edwards, ao lado de Kim Basinger. Bruce interpretou Walter Davis, um personagem cômico e um tanto ridículo, que vivia de brincadeiras e não levava nada a sério. Como veremos, foi difícil para ele se livrar dessa imagem cômica. No mesmo ano, ele estrelou um comercial da marca de bebidas Seagram’s com Sharon Stone, uma parceria que durou anos.

Sua paixão pela música virou um hobby. Em 1987, ele lançou seu primeiro álbum, The Return of Bruno, com 10 músicas de blues e soul. O álbum foi um sucesso, alcançando o 14º lugar na Billboard 200, e as músicas “Respect Yourself” e “Under the Boardwalk” fizeram sucesso nas paradas americanas e britânicas, respectivamente.

Amor, Família e o Sucesso Explosivo de Duro de Matar

Em 5 de agosto de 1987, Bruce conheceu a atriz Demi Moore na pré-estreia da comédia Tira e Meio. Foi amor à primeira vista, e eles se casaram em 21 de novembro. Em sua autobiografia, Demi Moore compartilhou: “Estávamos indo para as mesas de jogo quando Bruce disse: ‘Acho que deveríamos nos casar.’ Estávamos brincando sobre isso no voo, mas de repente não parecia que ele estava brincando.” Ninguém acreditava na seriedade do relacionamento, já que Bruce tinha fama de mulherengo e beberrão. Mas Demi pensava diferente, e em uma entrevista, ela disse que Bruce estava “totalmente pronto para abrir os braços e dar-lhe amor”. E ela não estava errada: Willis largou o álcool e mergulhou na vida familiar.

Um ano depois, nasceu Rumer Glenn Willis, a primeira das três filhas do casal. Scout LaRue e Tallulah Belle nasceram em 1991 e 1994. Bruce, aliás, adora cozinhar e chegou a fazer cursos para preparar pratos deliciosos para suas filhas.

Se eu te perguntar qual o primeiro papel de Bruce Willis que vem à sua mente, a maioria provavelmente dirá o policial durão e espirituoso John McClane. Foi esse papel que o catapultou para a fama mundial, rendeu-lhe o carinho do público por anos e, claro, ótimos cachês. Mas não foi fácil conseguir o papel. Bruce competiu com nomes como Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Harrison Ford e Richard Gere, que recusaram o trabalho por diversos motivos.

O papel foi reescrito especialmente para Willis: em vez de um herói brutal e solitário com punhos de ferro e pouca emoção, vimos um cara vivo, sensível e bem-humorado que, de vez em quando, dava uma surra nos vilões. O filme foi um sucesso estrondoso, superando todas as expectativas de bilheteria e gerando duas sequências imediatas. Willis recebeu 5 milhões de dólares pelo papel, um valor altíssimo para a época, que alarmou a indústria. Alan Ladd Jr., então presidente da MGM, reclamou que tal salário “desequilibraria todo o negócio do cinema”. No entanto, a 20th Century Studios, distribuidora de Duro de Matar, insistiu que Willis valia cada centavo. Só ele conseguiria interpretar um herói de ação que parecia ter saído da rua, tão feliz e cínico que parecia concordar com o fato de estar em um filme.

Mas, como sabemos, três filmes de Duro de Matar não foram suficientes, e a franquia ganhou 5 sequências: Duro de Matar 2 (1990), Duro de Matar 3: A Vingança (1995), Duro de Matar 4.0 (2007), Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer (2013) e Duro de Matar: Ano Um (2019).

As ofertas choveram após o primeiro filme, e Bruce Willis ganhou um novo rótulo: o salvador do mundo com um ótimo senso de humor, capaz de sair de qualquer situação. Mas essa imagem também tinha seu preço. Se Willis valia 5 milhões de dólares, ele precisava provar. Ele se tornou um ator atípico para papéis principais, uma espécie de “Hudson Hawk” de Hollywood. Hollywood o reconheceu, mas nunca mais o deixou esquecer a imagem que ele havia criado.

Em 1988, além do famoso Duro de Matar, Bruce lançou outro filme menos conhecido: Assassinato em Hollywood, de Blake Edwards. Ele interpretou Tom Mix, um ator de faroeste que, por acaso, se torna um detetive de verdade. O filme não foi bem recebido, ganhando o “Framboesa de Ouro” de pior diretor. Depois, em 1989, Bruce estrelou o drama A História de Uma Vida, de Norman Jewison, no papel do tio da protagonista, que tenta desvendar a vida de seu irmão falecido. Por esse papel, Willis foi indicado ao Globo de Ouro.

Altos e Baixos: Críticas, Sucessos e Polêmicas

Em 1990, Bruce estrelou a comédia A Fogueira das Vaidades, de Brian De Palma, no papel do jornalista Peter Fallow. A tentativa foi um fracasso, recebendo 5 indicações ao Framboesa de Ouro. Bruce concordou com a crítica: “Eu não faria de novo, se tivesse a oportunidade”, disse ele sobre o filme. E acrescentou: “O filme foi baseado em um ótimo livro. Mas um problema com a história, quando chegou ao filme, foi que não havia ninguém por quem torcer. Na maioria dos filmes de sucesso, há alguém para torcer.”

Um dos filmes cult de Willis foi Hudson Hawk – O Falcão Está à Solta (1991), de Michael Lehmann. Nesta comédia, ele interpretou Eddie Hawkins, um ladrão que tenta resistir a uma corporação insidiosa. O filme teve críticas mistas. Fez sucesso mundial, arrecadando 80 milhões de dólares, e foi bem em vídeo. No entanto, nos Estados Unidos, foi criticado, com uma média de 4 de 10 e apenas 17 milhões de dólares de bilheteria. Críticos como Roger Ebert o descreveram como um “desastre completo”, e a Variety o chamou de “um pato de argila implacavelmente irritante que cai em um mar de excessos e bobagens. Aqueles dispostos a deixar seus cérebros na porta podem encontrar alguma diversão esparsa.”

Mas Bruce não concordou com os críticos. Em uma entrevista, ele disse que considerava as avaliações tendenciosas, especialmente em relação à sua atuação. “Se eles se propõem a isso, podem esmagar um filme ou um ator. A mídia crítica em geral pode conspirar para fazer as pessoas se sentirem estúpidas se assistirem a um filme. Aconteceu com Hudson Hawk. Não tinha nada a ver com o filme… eles estavam criticando antes que alguém visse um frame. Era apenas a minha vez de levar uma surra na imprensa.” Talvez essa experiência negativa tenha influenciado suas escolhas futuras. Mais tarde, ele diria: “Eu escolho o papel que gosto.” E também: “Eu me afastei e olhei para o poder que estava dando a essas pessoas. Pensei: se eles dizem que sou bom, sou bom? Se eles dizem que sou uma porcaria, sou uma porcaria? Percebi que essa não era a escala para se medir.”

No mesmo ano de Hudson Hawk, outros dois filmes com Bruce foram lançados: a comédia de ação O Último Boy Scout (Tony Scott) e o thriller Pensamentos Mortais (Alan Rudolph). Ambos foram bem recebidos. O Último Boy Scout teve uma produção difícil devido a conflitos entre roteirista, diretor e estúdio, que queriam explosões a cada 10 minutos, afetando o roteiro e o clima no set. Bruce interpretou o detetive particular Joe Hallenbeck, que, ao lado de Damon Wayans, investiga uma série de assassinatos e enfrenta a máfia.

Em Pensamentos Mortais, Bruce teve um papel incomum para ele, acostumado a personagens positivos: um marido cruel, viciado em drogas e estuprador, que encontra seu carma. Muitas cenas foram improvisadas, e ninguém sabia o final até o início das filmagens. O filme recebeu indicações, mas Bruce não ganhou prêmios.

Outra grande comédia em sua filmografia foi A Morte Lhe Cai Bem (1992), de Robert Zemeckis, onde Bruce atuou com Meryl Streep e Goldie Hawn. Seu papel não era heroico: um marido bêbado, traidor e ex-cirurgião plástico, que raramente mostrava coragem. O filme foi tecnicamente desafiador, sendo um dos primeiros a reproduzir a textura da pele por computador. A comédia arrecadou 149 milhões de dólares e ganhou um Oscar de Melhores Efeitos Visuais. Críticos como Gene Siskel e Roger Ebert, porém, deram “polegares para baixo”, elogiando os efeitos, mas criticando a falta de substância e profundidade dos personagens.

Bruce não desprezava papéis pequenos. Na comédia O Jogador (Robert Altman), ele fez uma participação especial, onde “abraçou uma Julia Roberts seminua”. Outra fonte de renda foram os comerciais japoneses, tornando-se o rosto de marcas como Subaru Legacy e NTT DoCoMo Mova nos anos 90.

Em 1993, lançou Máquina Mortífera 1, uma paródia de filmes de ação, onde Bruce apareceu no papel de John McClane. No mesmo ano, Zona de Perigo, de Rowdy Herrington, adicionou mais um filme de ação à sua lista. Bruce estava novamente no papel de um homem sério e brutal, usando um boné, e Sarah Jessica Parker o complementava perfeitamente. Mas houve problemas: Willis interferiu ativamente no roteiro, tornando o enredo confuso. O filme foi parcialmente refilmado, e Bruce ficou insatisfeito, acusando o diretor e, em 2014, disse que o filme “é uma porcaria”. Críticos concordaram, dando ao filme notas baixas no Rotten Tomatoes e Metacritic.

1994 não trouxe sucesso. O filme A Cor da Noite, de Richard Rush, ganhou o Framboesa de Ouro de pior filme do ano. Nem mesmo Bruce, no papel de um psicólogo romântico, salvou a produção. O filme foi amplamente discutido por uma cena de sexo subaquático, onde os genitais do ator eram visíveis. Bruce admitiu que só aceitou a cena porque o diretor prometeu mostrar o resultado final e cortar o que ele não gostasse, mas Richard Rush não cumpriu a promessa. O ator não gostava dessas cenas: “Cenas de sexo são apenas trabalho duro. São os dias de atuação mais desconfortáveis que você já experimentará. Você está nu na frente de 90 pessoas com, na maioria das vezes, uma mulher que mal conhece. Você está tentando desenvolver uma linguagem de intimidade para tornar a cena crível. Todo mundo está assistindo. Você está nu. Você está suando… É muito pouco sexy.”

Bruce também teve um papel menor na comédia dramática O Indomável (Robert Benton), onde interpretou um empreiteiro desagradável. O público apreciou seu trabalho, e o filme foi indicado a prêmios importantes, incluindo o Oscar. Mas se você nunca viu Bruce Willis como o Coelhinho da Páscoa, prepare-se: ele se transformou em uma fada sábia ou anjo da guarda na comédia familiar O Anjo da Guarda (Rob Reiner). No entanto, o filme foi um fracasso de bilheteria e crítica, sendo considerado um dos piores do ano e recebendo várias indicações ao Framboesa de Ouro.

O Renascimento com Tarantino e o Sexto Sentido

Mas então, algo mágico aconteceu… Quentin Tarantino criou sua obra-prima, Pulp Fiction: Tempo de Violência (1994), que se tornou um clássico cult. O sucesso veio do roteiro original e não linear, e de um elenco estelar: John Travolta, Samuel L. Jackson, Uma Thurman, Bruce Willis, Christopher Walken, Steve Buscemi e o próprio Tarantino. Bruce teve um de seus papéis mais marcantes: Butch Coolidge, um boxeador profissional que age pelas próprias regras.

Inicialmente, Tarantino queria Sylvester Stallone para o papel de Butch, pois buscava um ator com “histórico de combate” e fama em Hollywood. Mas o papel acabou com Bruce, que o desejava muito. A oportunidade surgiu por acaso: Harvey Keitel contou a Bruce sobre o filme, e no dia seguinte, em um churrasco de Harvey, Willis e Tarantino se encontraram. Eles conversaram por horas, e Bruce confessou que queria muito atuar no filme, pois adorou o roteiro. “…o diálogo era perfeito. Há tanta vida real nesta história selvagem – é isso que eu gosto nela.”

A estreia do filme foi uma sensação. Ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes e rapidamente conquistou boa reputação. Com um custo de produção de pouco mais de 8 milhões de dólares, Pulp Fiction arrecadou mais de 22 vezes esse valor. Todd McCarthy o chamou de “um espetáculo emocionante da cultura pop… um sucesso incrível e enorme”. E a MovieMaker resumiu: “O filme foi nada menos que um fenômeno cultural nacional.” Como resultado, Pulp Fiction recebeu várias indicações ao Oscar, vencendo na categoria de Melhor Roteiro Original, além de prêmios no Globo de Ouro e BAFTA.

Em 1995, Bruce apareceu na distopia Os 12 Macacos, de Terry Gilliam, e fez uma participação especial na comédia Grande Hotel. Ele atuou de graça em Grande Hotel e até concordou em remover seu nome dos créditos, pois as regras do Sindicato dos Atores não permitem atuar sem pagamento. Em Os 12 Macacos, Bruce interpretou James Cole, um prisioneiro que participa de um programa experimental de viagem no tempo para combater um vírus. Durante as filmagens, Brad Pitt, que também estava no elenco, o chamou de “O Todo-Poderoso Careca”. Bruce não se ofendeu: “Minha cabeça foi raspada para o filme, o que foi estranho. É um visual assustador e monstruoso. Felizmente, tenho uma cabeça redonda e bonita. O que você não quer fazer é raspar e descobrir que tem uma daquelas cabeças deformadas.” Sim, naquela época, Bruce ainda não tinha sua famosa careca!

O filme foi um sucesso de bilheteria, arrecadando 168 milhões de dólares e recebendo várias indicações a prêmios. Willis finalmente ganhou um prêmio: o Saturn Award de Melhor Ator. Terry Gilliam comentou: “Bruce é muito poderoso quando está parado – não explodindo metade do universo conhecido.”

O ano seguinte não foi tão bom. Bruce estrelou o filme de ação O Último Matador (1996), no papel do mercenário John Smith. Apesar de ser legal vê-lo de terno e chapéu, o filme não foi uma obra-prima. Roger Ebert o descreveu como “desesperadamente chato, seco, espremido e lacônico”. O público se dividiu: alguns criticaram a atuação fraca, outros apreciaram a performance e viram uma continuação do papel de Duro de Matar de uma nova forma. Bruce também dublou o personagem principal na série animada Bruno the Kid, que ele mesmo criou.

Em 1997, Willis estrelou um filme que se tornou um dos favoritos de muitos: o thriller de ficção científica O Quinto Elemento, de Luc Besson, ao lado de Milla Jovovich. Ele interpretou Korben Dallas, um taxista e ex-militar que leva uma vida monótona até que o destino o presenteia com a charmosa Leeloo. O filme tinha de tudo: tiros, ironia, visuais icônicos e muito humor. Bruce, inabalável e corajoso, com o cabelo tingido, estava “em seu lugar”, e sua imagem foi perfeitamente complementada pelos outros personagens. Ninguém pode negar a influência cultural de O Quinto Elemento, com muitas de suas frases se tornando citações populares. Besson teve a ideia do filme na adolescência, e Bruce comentou: “Às vezes, posso fazer algo apenas porque é divertido e interessante.” A equipe de O Quinto Elemento lembra: “Bruce tinha a reputação de ser difícil, mas conosco, ele agiu como um verdadeiro amor. A razão é que ele confiava absolutamente em Luc, assim como todos nós.” O filme se tornou a maior bilheteria da história do cinema francês, arrecadando 264 milhões de dólares, e recebeu vários prêmios, incluindo o César e uma indicação ao Oscar.

No mesmo ano, Bruce fez participações especiais como um paciente com amnésia na série Louco por Você e no filme O Chacal, que teve um sucesso duvidoso. Mais uma vez, Bruce era o indestrutível e formidável super assassino Chacal, um mestre do disfarce.

A Queda e a Luta Contra a Doença

Gradualmente, a carreira do ator começou a declinar. Mas Bruce não perdeu a paixão pelo trabalho e tentou vários projetos. Ele se esforçava para se livrar do rótulo de herói de ação, mostrando-se um ator versátil. Ao escolher papéis, ele se baseava no componente artístico e na história, e não em perspectivas comerciais. “Sou atraído por eles porque eles têm obstáculos a superar. É mais interessante do que interpretar o personagem de George Hamilton que aparece com o carro incrível e a garota bonita. Quando escolhi esses filmes, nunca pensei se eles tinham semelhanças. Pensei se eram boas histórias.” Isso foi confirmado em uma entrevista de 1988 para Bobbie Wygant no programa NBC.

Mas o público queria ver Bruce Willis como Bruce Willis. Em 1998, o mundo viu o drama de ação Código para o Inferno, de Harold Becker, onde Willis dividiu o papel principal com Alec Baldwin. Ele interpretou um oficial do FBI que tenta proteger um menino autista de 9 anos que desvendou um código secreto. O filme lhe rendeu outro “Framboesa de Ouro” de pior ator. Ele recebeu outro Framboesa de Ouro após o lançamento do filme de ação O Cerco, de Edward Zwick, onde interpretou o General William Devereux, um antagonista que dificilmente conquistou a simpatia do público. Para ser justo, O Cerco era diferente dos filmes de ação padrão, com realismo sombrio, desenvolvimento lento e um componente intelectual. Não havia piadas engraçadas, o que muitos procuravam nos filmes de Willis.

Armageddon (1998), de Michael Bay, também não foi diferente. O filme tinha um elenco impressionante: Ben Affleck, Liv Tyler, Billy Bob Thornton, Steve Buscemi, Owen Wilson e uma boa bilheteria. “Estou feliz que o fim do mundo divirta tanto as pessoas”, comentou Willis sobre a popularidade do filme. Mas esse trabalho também lhe rendeu o “Framboesa de Ouro” de pior ator. A obra de Bay foi criticada por ignorar as leis da física e a “lógica elementar”, por inconsistências técnicas na imagem da estação orbital Mir, e pela forma como retratava o trabalho dos astronautas. O diretor tentou se justificar, dizendo que o estúdio não deu recursos nem tempo: “Tivemos que filmar o filme inteiro em 16 semanas. Foi um trabalho enorme, injusto com o filme. Se eu pudesse refazer a terceira parte – mas o estúdio literalmente tirou o filme de nós, e foi terrível… Mas o filme ficou bom.”

Mas os prêmios negativos não afetaram a popularidade do ator. Em 1998, a Sony lançou o jogo “Apocalypse” para PlayStation, onde o rosto do personagem principal era baseado em Willis, que também o dublou. A ascensão da carreira cinematográfica de Bruce e Demi Moore levou ao desgaste do casamento. Tornou-se difícil equilibrar carreira e família. Eles tentaram conciliar suas agendas para que um sempre estivesse com as filhas, mas isso os afastou. Rumores sobre o relacionamento de Willis com Liv Tyler durante as filmagens de Armageddon complicaram a situação. Como resultado, o casal se separou no verão de 1998, após 11 anos de casamento, e se divorciou em 2000.

Em uma entrevista, Bruce admitiu que não sabia o que aconteceu entre eles: “Eu ainda amo a Demi. Somos muito próximos. Temos três filhos que continuaremos a criar juntos, e provavelmente somos tão próximos agora quanto sempre fomos. Percebemos que temos um compromisso vitalício com nossos filhos. Nossa amizade continua… É difícil viver sua vida e casamento sob uma lupa, que é o que acontece com casais de estrelas de cinema.” Willis não escondeu sua alegria após o divórcio: “A vida de solteiro é incomparável! Eu amo mulheres.” A desilusão com a monogamia o levou a mudar de mulheres como luvas nos 10 anos seguintes. No entanto, os ex-cônjuges continuam em bons termos, apoiando-se mutuamente.

1999 foi mais bem-sucedido em termos de carreira. Bruce interpretou Dwayne Hoover na tragicomédia Café da Manhã dos Campeões, de Alan Rudolph, um empresário respeitável que enlouquece lentamente após ler um livro. O filme foi expressivo, mas a comédia não funcionou. Apesar da interpretação livre do romance, o filme foi popular e indicado a um prêmio no Festival de Berlim.

Mas Willis ganhou uma nova onda de popularidade graças a outro filme: o drama místico O Sexto Sentido (1999), de M. Night Shyamalan. O ator brilhou no papel de um especialista em psiquiatria infantil, tentando expiar sua culpa e corrigir um erro. Não era um papel cômico, longe das camisetas suadas e tiroteios. Bruce teve que aprender a escrever com a mão direita para o personagem, já que é canhoto na vida real. O dueto de Bruce e Haley Joel Osment foi muito elogiado. O filme foi o número um nas bilheterias dos EUA por cinco semanas, arrecadando mais de 672 milhões de dólares. Críticos também o elogiaram. Willis recebeu duas indicações ao “MTV Movie Award” e ganhou 100 milhões de dólares pelo papel. Bruce permaneceu e continua sendo um dos atores mais bem pagos, apesar dos altos e baixos na carreira. Quando perguntado se isso o fazia feliz, ele respondeu: “Por alguma razão, se há uma razão, se há destino – sou um homem de sorte. Algumas religiões sustentam que estou sendo recompensado nesta vida pelo que me aconteceu em uma vida passada. O que aconteceu naquela época, eu não sei. Não tenho explicação para isso. Estou apenas vivendo uma vida encantada. Caí – ou criei – circunstâncias afortunadas.”

A busca de Bruce por melodramas se tornou mais evidente. A comédia dramática A História de Nós Dois (1999), de Rob Reiner, o colocou ao lado de Michelle Pfeiffer como um casal com 15 anos de casamento. Mas a atuação não convenceu os críticos: “A falta de química entre Bruce Willis e Michelle Pfeiffer mina fatalmente a chata e previsível A História de Nós Dois”, resumiu o público.

Bruce não perdeu a oportunidade de estrelar séries. Em 1999, ele apareceu em Ally McBeal como Nickle, um terapeuta substituto. Em 2000, teve um pequeno papel na cultuada série Friends, como Paul Stevens, o pai formidável da estudante e amante de Ross Geller. Sua aparição em Friends tem uma história curiosa: foi resultado de uma aposta perdida com Matthew Perry durante as filmagens de Meu Vizinho Mafioso. Matthew tinha certeza de que o filme seria um sucesso, mas Willis não acreditava. Ele perdeu a aposta. Bruce é um homem muito apostador, adora jogos de azar e pôquer, chegando a ganhar 500 mil dólares em um torneio. Sua participação em Friends lhe rendeu um Emmy de Melhor Ator Convidado, e ele doou o cachê para cinco instituições de caridade.

A comédia de ação Meu Vizinho Mafioso (2000), de Jonathan Lynn, realmente foi um sucesso. O dueto de Willis e Perry se tornou memorável. Bruce interpretou Jimmy “Tulipa” Tudeski, um assassino de aluguel charmoso e astuto que tentava viver uma vida tranquila. Parecia que o papel do assassino filósofo foi escrito para ele, encaixando-se perfeitamente na imagem de Bruce: irônico, cínico, astuto, carismático e legal. Dizem que Bruce queria tanto Matthew Perry como parceiro que tentou persuadi-lo a filmar sozinho. Mas Perry estava de férias, então Willis teve que se comunicar constantemente com sua secretária eletrônica. Um dia, ele deixou a seguinte mensagem, sem aguentar mais: “Vou cortar suas pernas, queimar sua casa e assistir você morrer.” Mais tarde, essa piada canibal foi incluída no filme. As três garotas que correm entre Tulipa e Nick, na cena da floricultura, são as três filhas de Bruce Willis. Meu Vizinho Mafioso arrecadou 106 milhões de dólares e gerou uma sequência em 2004, que teve menos sucesso.

Outro filme de 2000 foi o drama Duas Vidas, de Jon Turteltaub, onde Willis interpretou Russ Duritz, um consultor de imagem rico de 40 anos que esconde sua dor e solidão no trabalho. O destino o uniu a uma versão de si mesmo de 8 anos. O filme recebeu críticas mistas, sendo chamado de “irritantemente simplista”, mas Roger Ebert foi positivo, descrevendo-o como “caloroso e eficaz, uma pequena parábola doce que envolve um homem e um menino que se ajudam a se tornar um menino melhor e um homem melhor.” Duas Vidas foi indicado a três prêmios, vencendo um Young Artist Award.

O thriller de super-heróis Corpo Fechado (2000), de M. Night Shyamalan, continuou a onda de sucesso de Willis, com Samuel L. Jackson no elenco. Havia dois antagonistas: Bruce como David Dunn, um ex-jogador de futebol americano que descobre superpoderes, e Jackson como “Sr. Vidro”, um galerista com uma doença rara que torna seus ossos muito frágeis. A abordagem incomum do diretor – ritmo lento, ausência de efeitos especiais e ângulos de câmera diferentes – criou um efeito hipnotizante. Críticos apreciaram a mudança. Até Roger Ebert, que não gostava de Bruce, admitiu: “Os atores entregam performances que você esperaria em dramas sérios… Willis, tantas vezes o centro de filmes de ação sem cérebro, nos lembra novamente que pode ser um ator sutil… Se este filme não fosse sobre mais nada, seria um retrato completo de um homem em crise no trabalho e em casa.” Não é surpresa que Corpo Fechado tenha se tornado a primeira parte de uma trilogia, com Fragmentado (2016) e Vidro (2019), onde Bruce reprisou seu papel de David Dunn. Vidro, porém, foi menos avaliado, com um crítico descrevendo-o como “terrivelmente secundário a filmes anteriores, embora ainda possa agradar o público com várias cenas e tomadas muito bem construídas.”

Bruce também não esqueceu a música. Lançou um segundo álbum em 1989, If It Don’t Kill You, It Just Makes You Stronger, mas não repetiu o sucesso do primeiro, apesar de sua crescente popularidade como ator. Ele também cantou trilhas sonoras para alguns filmes, como “Good Lovin’” com Cybill Shepherd, e “Swinging on a Star” e “Side by Side” para Hudson Hawk, além de músicas para Meu Vizinho Mafioso e o desenho Os Rugrats: O Filme.

Um fato interessante: Bruce odeia vilões não só na tela, mas na vida real. Após os ataques de 11 de setembro, ele ofereceu um milhão de dólares a quem desse informações sobre o paradeiro de Osama bin Laden. Ele procurou o Ministério da Defesa com a proposta, que agradeceu, mas recusou a ajuda. Então, Bruce fez uma declaração pública.

O Declínio e a Luta Contra a Doença: Uma Atualização de Saúde de Bruce Willis em 2026

No início dos anos 2000, Bruce Willis continuou a trabalhar intensamente, mas a qualidade de seus filmes começou a variar. Ele participou de uma série de filmes de ação e thrillers, muitos dos quais foram lançados diretamente em vídeo ou tiveram recepção morna da crítica e do público. Filmes como Refém (2005), 16 Quadras (2006) e O Sequestro (2007) mostraram seu talento, mas não alcançaram o mesmo impacto de seus trabalhos anteriores.

Em 2010, ele se juntou a um elenco estelar em Os Mercenários, de Sylvester Stallone, um filme que reuniu ícones do cinema de ação. Sua participação, embora pequena, foi um aceno nostálgico aos fãs. Ele reprisou o papel em Os Mercenários 2 (2012), mas sua carreira já estava em uma trajetória diferente.

Nos anos seguintes, Bruce Willis apareceu em um grande número de filmes, muitos deles com orçamentos menores e lançamentos limitados. Essa fase foi marcada por atuações que, por vezes, pareciam desinteressadas, e a crítica começou a notar uma mudança em sua performance. Filmes como Vingança ao Anoitecer (2018), Entre Vidas (2019) e Perigo na Montanha (2020) são exemplos dessa fase prolífica, mas menos aclamada.

O Anúncio da Aposentadoria e o Legado: A Biografia de Bruce Willis e Sua Luta Pessoal

Em março de 2022, a família de Bruce Willis fez um anúncio doloroso: o ator seria forçado a se aposentar devido a problemas de saúde. Ele foi diagnosticado com afasia, um distúrbio de linguagem que afeta a capacidade de comunicação. Mais tarde, em fevereiro de 2023, a família, incluindo sua esposa Emma Heming Willis, atualizou o diagnóstico para demência frontotemporal, uma condição neurodegenerativa progressiva que afeta a personalidade, o comportamento e a linguagem. Esta atualização de saúde de Bruce Willis em 2026 continua a ser um tópico de grande interesse e preocupação para fãs e a mídia.

Essa notícia chocou Hollywood e os fãs ao redor do mundo. A afasia e a demência frontotemporal explicavam as mudanças em suas atuações nos últimos anos, trazendo uma nova perspectiva sobre sua recente filmografia. A família, incluindo a dedicada Emma Heming Willis, pediu privacidade e compaixão, enquanto Bruce Willis se afasta da vida pública para focar em sua saúde. A saúde de Bruce Willis e a conscientização sobre a demência frontotemporal tornaram-se pautas importantes, com a família compartilhando insights sobre a jornada do ator.

O legado de Bruce Willis, no entanto, permanece inabalável. Ele é o herói de ação que redefiniu o gênero, o ator versátil que nos fez rir e chorar, e um ícone cultural que transcendeu gerações. Seus filmes de Bruce Willis continuam a ser amados e descobertos por novas audiências, e sua coragem em enfrentar a doença com dignidade inspira a todos. Bruce Willis pode ter se despedido das telas, mas seu impacto no cinema e na cultura pop é eterno. A biografia de Bruce Willis é um testemunho de resiliência e talento.

Lista de todos os filmes:

AnoTítulo OriginalTítulo no BrasilPapel
1980The First Deadly SinO Primeiro Pecado MortalHomem entrando no bar (não creditado)
1982The VerdictO VereditoObservador no tribunal (não creditado)
1987Blind DateEncontro às CegasWalter Davis
1988SunsetAssassinato em HollywoodTom Mix
1988Die HardDuro de MatarJohn McClane
1989In CountryA História de uma VidaEmmett Smith
1989Look Who’s TalkingOlha Quem Está FalandoMikey (Voz)
1990Die Hard 2Duro de Matar 2John McClane
1990Look Who’s Talking TooOlha Quem Está Falando TambémMikey (Voz)
1990The Bonfire of the VanitiesA Fogueira das VaidadesPeter Fallow
1991Mortal ThoughtsPensamentos MortaisJames Urbanski
1991Hudson HawkHudson Hawk – O Falcão Está à SoltaEddie ‘Hudson Hawk’ Hawkins
1991Billy BathgateBilly Bathgate – O Mundo a Seus PésBo Weinberg
1991The Last Boy ScoutO Último Boy ScoutJoe Hallenbeck
1992Death Becomes HerA Morte Lhe Cai BemDr. Ernest Menville
1993Striking DistanceZona de PerigoTom Hardy
1994Color of NightA Cor da NoiteDr. Bill Capa
1994NorthO Anjo da GuardaNarrador / Coelhinho da Páscoa
1994Pulp FictionPulp Fiction: Tempo de ViolênciaButch Coolidge
1994Nobody’s FoolO IndomávelCarl Roebuck
1995Die Hard with a VengeanceDuro de Matar: A VingançaJohn McClane
199512 MonkeysOs 12 MacacosJames Cole
1996Last Man StandingO Último MatadorJohn Smith
1997The Fifth ElementO Quinto ElementoKorben Dallas
1997The JackalO ChacalO Chacal
1998Mercury RisingCódigo para o InfernoArt Jeffries
1998ArmageddonArmageddonHarry S. Stamper
1998The SiegeNova York SitiadaGeneral William Devereaux
1999The Sixth SenseO Sexto SentidoDr. Malcolm Crowe
1999The Story of UsA História de Nós DoisBen Jordan
2000The Whole Nine YardsMeu Vizinho MafiosoJimmy ‘The Tulip’ Tudeski
2000Disney’s The KidDuas VidasRuss Duritz
2000UnbreakableCorpo FechadoDavid Dunn
2001BanditsVida BandidaJoe Moore
2002Hart’s WarO SobreviventeCol. William A. McNamara
2003Tears of the SunLágrimas do SolTenente A.K. Waters
2004The Whole Ten YardsMeu Vizinho Mafioso 2Jimmy ‘The Tulip’ Tudeski
2005HostageRefémJeff Talley
2005Sin CitySin City: A Cidade do PecadoJohn Hartigan
200616 Blocks16 QuadrasJack Mosley
2006Lucky Number SlevinXeque-MateMr. Goodkat
2007Live Free or Die HardDuro de Matar 4.0John McClane
2009SurrogatesSubstitutosAgente Tom Greer
2010RedRED: Aposentados e PerigososFrank Moses
2012Moonrise KingdomMoonrise KingdomCapitão Sharp
2012The Expendables 2Os Mercenários 2Mr. Church
2012LooperLooper: Assassinos do FuturoJoe (Velho)
2013A Good Day to Die HardDuro de Matar: Um Bom Dia para MorrerJohn McClane
2013Red 2RED 2: Aposentados e Ainda Mais PerigososFrank Moses
2019GlassVidroDavid Dunn
2023AssassinAssassinValmora

(Nota: A tabela acima destaca os filmes mais relevantes de sua carreira. Bruce Willis possui mais de 100 créditos em sua filmografia completa, incluindo muitos lançamentos diretos para vídeo em seus últimos anos de atuação.)

Referências

•Autobiografia de Demi Moore: Inside Out (2019).

•Entrevista de Bruce Willis: Bobbie Wygant no programa NBC (1988).

•Críticas de filmes: Roger Ebert, Variety, Gene Siskel, Rotten Tomatoes, Metacritic.

•Informações sobre a doença: Anúncios da família Willis (Março de 2022 e Fevereiro de 2023).

Veja também a bibliografia de Chuck Norris.

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